quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Qual seria a punição legal para quem mata um zumbi?



A punição dependerá do que for considerado um zumbi. O professor de Direito Penal da PUC de São Paulo Cláudio José Langroiva Pereira nos ajudou a analisar algumas possibilidades. Pois vejamos.

Se o zumbi for considerado um objeto pós-morte, sem capacidade intelectual, e for propriedade de alguém, o dono do zumbi poderia reclamar perdas e danos morais em juízo. A pena para quem comete um crime de dano é de um a 6 meses de prisão ou multa. Mas o professor lembra que normalmente este tipo de crime não coloca ninguém em cana. “A pessoa poderá realizar um acordo em juízo, reparar o dano e cumprir uma pena alternativa como, por exemplo, limpar cemitérios”, diz.

Até aí, você pode continuar matando zumbis sem se preocupar para valer se eles pertencem a alguém ou não.

No entanto, matar um zumbi também pode ser um crime de maus tratos a animais. Nessa situação, a justiça classificaria o zumbi como um ser vivo sem capacidade de autodeterminação, que age apenas por instinto. A pena é detenção, de 3 meses a um ano, e multa para casos de maus tratos. Se o zumbi morrer, a condenação aumenta em até um terço.

Independentemente da interpretação do que é um zumbi, se ele estivesse atacando, a pessoa que o matou poderia alegar legítima defesa e ser inocentada da acusação.

Em suma, ele pode ser um animal que quer comer seu cérebro. Aí, se você sobreviver, pode se safar perante a lei. Isso se seu advogado não for um zumbi.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Conheça o apocalipse zumbi de Alexandre Callari

Apocalipse Zumbi – Primeiros Anos
Autor:
Alexandre Callari
Editora:Generale
Site:  http://apocalipsezumbi.com.br/
Páginas: 336
Preço: R$ 31,90

Neste dia 19 comparecemos à 8° Jornada Noite Adentro: Zumbis e além do debate, filmes, jogos e workshop de maquiagem gore ministrada pelo mestre Rodrigo Aragão conhecemos pessoalmente Alexandre Callari, autor do primeiro livro nacional sobre infestação zumbi (Apocalipse Zumbi) e um cara super gente fina. "Apocalipse Zumbi: Os Primeiros Anos" é uma aventura de ficção eletrizante, com muitos elementos de realidade que mexerão com a mente e o coração dos leitores. Segue abaixo uma pequena sinopse:

"O caos reina no mundo. A civilização entrou em colapso. As comunicações, a energia elétrica e a vida em sociedade, como a conhecemos, praticamente se extinguiram. Nem toda nossa tecnologia foi capaz de nos proteger e evitar que dois terços da humanidade morressem. Os poucos que sobreviveram estão exaustos e tentam reunir o que ainda resta das suas forças e recursos para se manterem vivos. E, para piorar, eles não estão a sós. Dia e noite, são perseguidos pelos contaminados - sempre à espreita com seus olhos vermelhos, pele pálida, dentes podres e uma terrível sede de sangue e de carne humana. Nesse cenário de terror e desesperança, Manes luta desesperadamente para manter sua comunidade unida. Ela subsiste em uma construção cercada por paredes de concreto chamada Quartel. Porém, quando alguns de seus membros estão em apuros do lado de fora, sendo cruelmente caçados pelos contaminados, Manes parte para resgatá-los. A sua ausência e a chegada do enigmático Dujas abalam severamente o tênue equilíbrio interno do Quartel, colocando em risco a vida de todos. O perigo e o medo tomarão conta deste, que é um dos poucos redutos em que homens e mulheres vivem em 'segurança'."

Cheio de intrigas, mistério e horror,  Alexandre Callari oferece nesta obra o melhor do gênero zumbis e, ao mesmo tempo, cria um mundo à parte, que conta com suas próprias regras e lógica. Além da surpresa em descobrir que a obra se trata de uma trilogia, de poder visualizar como seriam os personagens na vida real (para assistir o pequeno trailer-book clique aqui) o livro ainda vem com uma trilha sonora escrita pelo autor especialmente para acompanhar a leitura sobre um mundo dominado por criaturas desmortas e que sobrevive sem esperanças ou explicações... Bem-vindo ao universo de Apocalipse Zumbi!


SOBRE O AUTOR
Alexandre Callari graduou-se em Letras. É escritor, professor, tradutor, palestrante e aficionado por literatura de terror, cultura pop, cinema e quadrinhos. No passado, também trabalhou com música e artes marciais. É autor do livro Quadrinhos no cinema: o guia completo dos super-heróis e traduziu Conan – o Bárbaro, ambos publicados pela Editora Évora.
É articulista da revista Mundo dos Super-heróis. Possui uma coleção de 11 mil quadrinhos antigos e viaja frequentemente pelo país fazendo exposições de suas edições raras. É editor e apresentador do site Pipoca & Nanquim.
 Iam Godoy

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Assista o Making Of do filme COLIN

Clique na imagem para assistir o documentário sobre a produção de "Colin", o filme alternativo de zumbis mais falado de 2010. Para saber mais sobre o filme clique aqui.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Diretor britânico refilma clássico de George Romero

A North Bank Entertainment, produtora britânica por trás de obras como "The House on the Edge of the Park Part II", de Ruggero Deodato, em parceria com a Independent Moving Pictures e Mad Science Films liberou o primeiro trailer de "Night of the Living Dead: Resurrection", uma versão britânica do clássico filme de zumbis de George Romero. O projeto é o trabalho de estréia do diretor James Jones Plumb, com roteiro co-escrito por Plumb e Andrew Jones. As filmagens tiveram início no dia 24 de setembro de 2011 e com locações em Carmarthenshire, Swansea e Cardiff, Gales do Sul, Reino Unido.

De acordo com o diretor James Plumb, "Night of the Living Dead: Resurrection" vem com o objetivo de servir como uma companhia de entretenimento para o filme original ao tentar fazer o impossível de melhorá-lo. O diretor também afirma que a produção será um filme de horror moderno que foca no suspense e na tensão, utilizando efeitos especiais práticos em vez de CGI, com personagens que o público irá realmente se importar.

Bom, eu não sou muito otimista à respeito de remakes e filmes baseados em obras originais, mas o trailer me chamou a atenção por não escancarar de primeira toda a história do filme. Só nos resta agora aguardar mais informações desta que promete ser um revival ou "malho de Judas" do gênero zumbi.

Segue abaixo uma breve sinopse do filme junto com o teaser trailer produzido até o momento.


"Em 2012, os mortos saíram de seus túmulos com o instinto único de se alimentar dos vivos. Enquanto os cientistas especulam a causa do fenômeno, teologistas apontam para o Armageddon previsto no Livro das Revelações. Como as cidades estão em ruínas e as civilizações se desintegram, uma família se refugia do exército de mortos numa isolada fazenda em West Wales. Mas, a grande ameaça já está entre eles."


FONTE:
North Bank Entertainment e Boca do Inferno

Iam Godoy

domingo, 16 de outubro de 2011

Automaton Transfusion - 2006


TÍTULO ORIGINAL: Automaton Transfusion
DIREÇÃO: Steven C. Miller
PAÍS: EUA
ANO: 2006
DURAÇÃO: 75 min.

ELENCO: Garrett Jones (Chris), Juliet Reeves (Jackie), William Howard Bowman (Scott), Rowan Bousaid (Tim), Ashley Elizabeth Pierce (Simone).

SINOPSE: No início dos anos 70 quando todos estavam preocupados com a guerra do Vietnã, o exército dos EUA desenvolveu em segredo uma forma de reanimar os mortos. A esperança era de mandar mortos para a guerra, não vivos. Mas a experiência é abandonada quando percebem que os mortos-vivos não conseguiam controlar sua fome por carne humana. Mais de 30 anos depois o exército decide reabrir o projeto. O local escolhido é a cidade de Grove, por ser uma cidade remota. Mas novamente o experimento dá errado e agora a cidade toda está sendo tomada por zumbis. É quando um grupo de estudantes resolve acabar com os zumbis e achar uma cura para salvar a cidade.

American Zombie - 2008

TÍTULO ORIGINAL: American Zombie
DIREÇÃO: Grace Lee e John Solomon
ANO: 2008
DURAÇÃO: 90 min.

ELENCO: Austin Basis, Suzy Nakamura, Al Vicente, Jane Edith Wilson.

SINOPSE:Gravado como se fosse um documentário o filme apresenta quatro fascinantes e inteligentes zumbis (Ivan, um jovem skatista que trabalha num tipo de 7Eleven e sonha em ter seus desenhos publicados; Judy, uma chinesa vegetariana que trabalha com produtos naturais que sonha em se casa, apesar de sua natureza "diferente"; Joel, ativista político pró-zumbis e fundador do grupo Z.A.G "Zombies Against War"; e Lisa, uma tiazinha neurótica que trabalha com arranjos de flores e faz terapia holística pra recuperar a sua memória) que vivem em Los Angeles e lutam para encontrar seu lugar entre os humanos “normais”.


terça-feira, 24 de maio de 2011

Era dos Mortos “CREPÚSCULO” com lançamento marcado para maio


Após alguns meses de atraso pelo autor Micael Holderbaum que finalizava seu primeiro romance O REDENTO, finalmente Era dos Mortos “CREPÚSCULO” se torna realidade. Na história em quadrinhos que é considerada uma sequencia imediata aos acontecimentos do filme lançado em 2007 dirigido por Rodrigo Brandão, “CREPÚSCULO” segue contando o que acontece com um dos personagens do filme, interpretado pelo diretor do filme.

O personagem também é visto na hq Era dos Mortos “LOUCURA” onde vê sua família se transformar em zumbis e tendo que fugir em meio ao caos até encontrar os protagonistas do filme. A HQ foi escrita e desenhada por Micael Hoderbaum que fez as hqs originais lançadas junto com o filme em 2007 em dvd com a parceria do diretor do filme original Rodrigo Brandão, o filme pode ser baixado no site oficial ou assistido no Youtube, onde foi dividido em três partes.

Era dos Mortos “CREPÚSCULO” será lançado em três partes, com três páginas cada, nessa primeira parte a HQ acompanha ilustrações exclusivas feitas pelo autor. Em breve será lançado uma linha cronológica dos acontecimentos para deixar o leitor inteirado sobre a trama do filme e das HQs. De acordo com o site oficial do curta o lançamento da HQ está previsto para maio deste ano.

Mais informações e download das HQs antigas visite o site oficial clicando aqui.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Não perca a 1ª edição da Mostra Spaghetti Zombies no Recife - PE


O popular cinema italiano dos anos 70 e 80 tem um espaço reservado no coração dos amantes do cinema de gênero. Nas duas décadas, os italianos nos brindaram com uma série de produções que aproveitaram a onda de sucessos do cinema americano como TUBARÃO, DESEJO DE MATAR, O PODEROSO CHEFÃO, ALIEN e outros, gerando pérolas como TENTÁCULOS, O VINGADOR ANÔNIMO, ROMA VIOLENTA e ALIEN - O MONSTRO ASSASSINO. George A. Romero já tinha feito uma revolução no cinema de terror quando lançou DESPERTAR DOS MORTOS nas telas de cinema do mundo inteiro, num filme resultante de uma parceria com ninguém menos que Dario Argento e com o grupo Goblin na trilha sonora. Como de besta os produtores da Itália não tinham nada, o sucesso de Romero fez nascer um filão responsável por alguns dos melhores e piores filmes de zumbis da história do cinema.

O cinéfilo Osvaldo Neto, editor do blog Vá e Veja, em parceria com o Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, Cineclube Dissenso e Ronald Perrone, editor do blog Dementia 13 apresenta a mostra SPAGHETTI ZOMBIES que trará alguns dos mais notórios títulos com produção e co-produção italiana ainda inéditos em DVD no Brasil. Além de contar com filmes de renomados diretores italianos, a Mostra também é uma chance do espectador conhecer o trabalho de técnicos geniais como Giannetto de Rossi e Sergio Stivaletti na maquiagem e efeitos especiais. Muito sangue, tensão, aventura e risadas esperam pela sua presença. A entrada é franca.

Filmes em exibição

PELO AMOR E PELA MORTE (Dellamorte Dellamore, 1995) - Com direção de Michele Soavi (A Catedral, O Pássaro Sangrento), o filme conta a insolita história de Francesco Dellamorte (Rupert Everett) e seu assistente Gnaghi (François Hadji-Lazaro) que trabalham num cemitério onde os mortos voltam à vida na noite do dia em que foram sepultados. Certamente a obra-prima de Soavi, a produção desafia o espectador numa miscelânea de gêneros (comédia, romance, terror e suspense psicológico), envolta com boas doses de sexo, sangue e violência que forma um dos mais bizarros, surreais e originais filmes já feitos no cinema de terror. A beleza estonteante da atriz e modelo Anna Falchi é um dos destaques.

ZOMBIE 3 (1988)Não há qualquer relação entre esse filme e ZOMBI 2, a não ser a presença de zumbis. Uma sessão para arrancar gargalhadas numa noite de segunda-feira, com a valorosa contribuição de Bruno Mattei (o Ed Wood italiano). O filme tem co-direção não creditada dele e Claudio Fragasso, que trabalhavam na segunda unidade. Desta vez, temos uma cabeça zumbi voadora e zumbis ninjas. O diretor Lucio Fulci, que deixou as filmagens por sofrer um infarto, é o nome que assina a produção. Ele deve ter sofrido outro quando assistiu ao filme.

A CASA DO CEMITÉRIO (Quella villa accanto al cimitero aka House by the Cemitery, 1981) - Outro Fulci, desta vez um verdadeiro. Um casal e seu filho se mudam para casa que dizem ser amaldiçoada. Estranhos acontecimentos cercam o casal e sua criança ao mesmo tempo que violentíssimos assassinatos são cometidos por um misterioso habitante do porão do lugar. Com elementos de O ILUMINADO e TERROR EM AMYTIVILLE, Lucio Fulci utiliza magistralmente o conceito clássico de casa assombrada, um tema tão caro ao cinema de terror. O sangue jorra em doses menores, mas o artesanato visual de Fulci é algo que nunca desaponta. Certamente, uma grande influência para Clive Barker e seu HELLRAISER. A péssima dublagem em inglês do garoto loirinho é uma atração à parte.

LET SLEEPING CORPSES LIE (1974) - Um dos melhores e mais subestimados filmes do subgênero. Lançado quatro anos antes de DESPERTAR DOS MORTOS, o filme de Jorge Grau (A Força do Diabo) é uma co-produção Itália e Espanha rodada na Inglaterra que esbanja atmosfera, suspense e criatividade. Na trama, os mortos saem da terra devido a radiação de uma máquina destinada ao combate de pragas agrícolas. A produção tem roteiro sem concessões e o veterano Arthur Kennedy em papel odioso. Lançado em VHS no Brasil como ZUMBI 3.

TERROR NAS TREVAS (E tu vivrai nel terrore - L'aldilà aka The Beyond, 1981) - Feiticeiro é assassinado dentro de um hotel nos anos 30. Lisa (Catriona McCall) herda o lugar sem saber que ele se trata de uma das sete portas do Inferno. Os fracos personagens e um roteiro cheio de furos não atrapalham na apreciação desta cultuada obra de Lucio Fulci. O resultado final deste filme de terror em estado puro se aproxima ao de um verdadeiro pesadelo filmado. Não assista esperando coerência narrativa.

BURIAL GROUND (Le notti del terrore, 1981)Ao abrir uma cripta, arqueólogo reanima as criaturas que se dirigem a uma casa onde os personagens estão hospedados. Programaço para os fãs de tranqueiras. Dentre as cenas mais famosas (acredite, são muitas!), a mais comentada é a do garoto zumbi (interpretado por Peter Bark, um anão com 25 anos) que arranca um bico do seio da mãe a dentadas. Direção de Andrea Bianchi, do polêmico MALABIMBA.

Todos os filmes serão exibidos com legendas em português.

Sobre o organizador

A maior parte da formação cinéfila de Osvaldo Neto não se deu no escurinho do cinema, mas no conforto do seu lar. Já era rato de locadora na adolescência, aproveitando como pôde o final dos anos 90, os últimos bons momentos do 'boom' da VHS. A programação da TV durante as madrugadas também era algo que o deixava curioso e foi através dela que assistiu a filmes que continuam fazendo parte de sua vida. Sempre chamou a atenção dos amigos e parentes pelo interesse em desbravar filmes empoeirados ao invés de se importar com os lançamentos e as grandes produções que entram em cartaz nos multiplexes.

Hoje, Osvaldo edita o blog Vá e Veja, que tem focado em cinema de gênero independente e experimental de médio, baixo, paupérrimo e zero orçamento, com notícias, resenhas e entrevistas, além de escrever para o Radioactive Dreams, dedicado a Albert Pyun, uma figura ilustre do cinema B, com colaborações para o coletivo Dia da Fúria e o Boca do Inferno, considerado o melhor site de terror, ficção e fantasia da América Latina. Em 2010, ele teve duas críticas de estréias publicadas na Folha de Pernambuco: Zumbilândia e Piranha 3D, filmes que dialogam com o seu gosto, tido como um dos mais excêntricos e interessantes da blogosfera brasileira.












Contato: (81) 9426.9180 vaeveja@gmail.com

Cinema da Fundação Joaquim Nabuco
Rua Henrique Dias, 609, Derby - Recife/PE Fones: (81) 3073.6688, (81) 3073.6689

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Universidades aplicam "Zumbiologia" em matérias escolares


É ótimo perceber que o lugar onde você estuda está pronto para tudo; nisso os alunos da Universidade da Flórida podem ficar particularmente tranqüilos, sabendo a instituição está preparada para lidar com uma epidemia de zumbis.

Um funcionário do Escritório Acadêmico de Tecnologia escreveu um exercício de simulação preparatório para desastres, definindo quais os passos a universidade deve tomar para identificar e lidar com um surto de "transtorno de comportamento zumbi". A diretriz recomenda, entre outras coisas, práticas de higiene adequadas durante um surto, desfazer mitos sobre zumbis entre os alunos, e desenvolver políticas e procedimentos para o tratamento de colegas infectados.

Um porta-voz da UF disse que o módulo online foi adicionado ao site, para "adicionar um pouco de leveza" às discussões de preparação para catástrofes…

Um grupo de cientistas das Universidades de Carleton e Ottawa, no Canadá, publicou um estudo que usa rigor matemático para responder a uma pergunta que faz sentido apenas na ficção: a Humanidade conseguiria sobreviver a um ataque de zumbis?

Intitulado "Quando zumbis atacam!: Criando um Modelo Matemático de um Surto de Infecção por Zumbis", o estudo foi publicado no livro científico "Pesquisa sobre Modelos de Progressão de Doenças Infecciosas".

O exercício matemático considera várias opções e cenários, incluindo quarentenas bem e mal sucedidas de infectados, assim como a possibilidade de alguns humanos sobreviverem, mas terem que co-existir com zumbis.

Os autores afirmam que um ataque de zumbis poderia acabar com a civilização a não ser que a reação fosse "rápida e bastante agressiva". Mas advertem:

“Se a escala do surto aumentasse, então, o resultado seria o do juízo final: um surto de zumbis resultaria no colapso da civilização, com todos os humanos infectados, ou mortos. Isso porque nascimentos humanos e mortes dariam aos zumbis um suprimento infinito de novos corpos para infectar, ressuscitar e converter", afirmam os autores.

Para dar aos vivos uma chance de lutar, entretanto, os pesquisadores escolheram zumbis “clássicos”, que se locomovem lentamente, em vez de criaturas mais inteligentes e ágeis mostradas em alguns filmes recentes.

O professor Robert Smith? (o ponto de interrogação faz parte do nome dele, para diferenciá-lo do cantor homônimo da banda The Cure) e seus colegas explicaram como o estudo foi feito:

“Nós criamos um modelo de ataque de zumbis usando suposições biológicas baseadas em filmes de zumbis. Nós introduzimos um modelo básico para infecções de zumbi e ilustramos o resultado com soluções numéricas.”

FONTES: IO9.COM e BBC Brasil

Cientistas acham 'vermes zumbis' em restos de baleia


Uma nova espécie de verme marinho, que sobrevive se alimentando em ossos de baleias depositados no fundo do mar, foi encontrado por cientistas suecos. A criatura foi encontrada em esqueletos de baleias minke, em águas relativamente rasas, perto do Laboratório Marinho de Tjarno, na costa sueca.

Estes "vermes zumbis", como são chamados, são encontrados normalmente nas águas mais profundas do Oceano Pacífico. Sua presença no Mar do Norte é novidade. A descoberta foi relatada pela equipe de cientistas britânicos e suecos na revista científica Proceedings of the Royal Society B.

Os cientistas Adrian Glover e Thomas Dahlgren afirmaram à revista que a nova espécie foi chamaa de Osedax mucofloris, que, literalmente, significa "flor de muco que come ossos".

"Eles se parecem com flores brotando do osso de baleia. A analogia vai um pouco mais longe, porque eles possuem um sistema de raízes que vai para dentro dos ossos", disse Glover, pesquisador do Museu de História Natural de Londres, à BBC. "A parte do animal que está exposta à água do mar está coberta por uma bola de muco, provavelmente um mecanismo de defesa", acrescentou.

O verme tem entre um e dois centímetros de comprimento. Eles se implantam nos ossos de baleia, de onde retiram óleos com a ajuda de bactérias simbióticas e puxam o oxigênio da água do mar. O seu sistema reprodutivo ainda não foi estudado, mas no caso do verme semelhante encontrado no Oceano Pacífico, os cientistas já sabem como funciona.

"A fêmea dos vermes encontrados no Pacífico mantém os machos dentro de seu tubo, como uma espécie de pequeno harém, que fertiliza dos ovos à medida em que eles são liberados para a coluna de água", afirmou Glover."É um tanto estranho, não sabemos como funciona a reprodução dos vermes encontrados no mar do norte pois ainda não encontramos nenhum macho", acrescentou.

Recentemente cientistas reconheceram a importância dos chamados "detritos de baleia" depositados no fundo dos oceanos. Quando grandes mamíferos marinhos morrem e afundam, seus restos vão parar no fundo do oceano onde se decompoem e desintegram, fornecendo alimento para vários organismos. Mas, encontrar estes locais onde os detritos se depositam não é fácil.

Em outubro de 2003, os cientistas Adrian Glover e Thomas Dahlgren, afundaram os restos de uma baleia minke que havia ficado encalhada. Os restos foram parar a 120 metros da superfície e foram monitorados durante meses, por veículos com controle remoto.

Em agosto de 2004, a equipe conseguir recuperar um dos ossos do esqueleto de baleia. Para seu espanto o osso era a base de um tipo de verme marinho que, anteriormente se pensava, era encontrado apenas no Oceano Pacífico, a uma distância de cerca de três quilômetros da superfície, e apenas em ossos de baleias cinzentas.

Glover e Dahlgren afirmam que há grandes semelhanças entre a duas espécies apesar de terem sido encontradas em locais distantes.

FONTE: BBC Brasil

7 razões porque o apocalipse zumbi falharia

Vamos fingir por um momento que os zumbis são reais (como se metade de vocês já não estavam sonhando com essa possibilidade). Você já reparou como a maioria dos filmes de zumbi já acontece com o apocalipse zumbi em curso integral? No momento em que existem apenas um punhado de sobreviventes, que os militares e o governo já estão eliminados, e que nenhuma das ruas é segura. Há uma razão para o filme já começar daí, e não antes. É porque a primeira parte, onde partimos de um zumbi para milhões de zumbis, não faz qualquer sentido. A lógica nos faz dar uma rasteira na festa zumbi, você percebe que os zumbis seriam todos re-mortos muito antes que você tenha uma chance de meter fogo neles, ou usar a moto serra que você usa no trabalho. Por quê?


# 7. Eles tem muitos predadores naturais

Você sabe por que nós, como seres humanos, estamos no topo da cadeia alimentar atual? Não é porque somos difícil de matar (bem, com exceção de Steven Seagal). Nós não somos, somos um pouco mais do que sacos de carne saborosa à espera de um chifre errante ou uma garra para derramar nossas entranhas como uma pinata de carne. Não, nós estamos no topo simplesmente porque somos absurdamente bons em matar coisas. Um bom ataque, como dizem, é a melhor defesa.

Simplesmente somos muito inteligentes e muito bem armados para qualquer animal selvagem nos caçar. Agora considere os pobres zumbis. Falta-lhes todas as vantagens que tem mantido a humanidade longe de ser comido e levado à extinção. Eles vagueiam no aberto, eles não podem usar armas, não podem pensar ou usar a estratégia. Não tem sequer o senso de auto-preservação para se esconder quando estão em perigo. É presa fácil para qualquer animal que os quizerem.

Agora você pode estar dizendo: “Claro, mas minha cidade não está cheia de ursos que podem vir comer todos os zumbis”, você precisa pensar pequeno. Os insetos são uma grande dor de cabeça para seres humanos vivos e, em alguns casos, sermos capazes de golpear moscas longe e ter um sistema imunológico é a única coisa que mantem nossos olhos e línguas sem ser comido pelos vermes. Zumbis em qualquer parte do mundo terão problemas com insetos voadores e estarão repletos de vermes em pouco tempo, o que significa que a maioria de seus tecidos moles estará infestada, e seus olhos serão rapidamente inúteis.

Vamos ampliar um pouco: só nos Estados Unidos, nós temos ursos, lobos, coiotes e pumas, que podem colocar rapidamente os seres humanos em seu cardápio, se as condições forem adequadas. Para a maioria dos predadores, as “condições adequadas” é quando o animal está fraco ou enfermo, ou geralmente, incapaz de se defender, como um cadáver ambulante. Droga, basta pensar nos milhões de cães abandonados por aí que vão aprender rapidamente que os zumbis são uma refeição fácil.

Agora imagine hordas de zumbis vagando na África. Entre leões e búfalos (e hipopótamos e rinocerontes e elefantes), nós finalmente temos uma doença que a África é mais adequado para se defender do que no resto do mundo.

# 6. Eles não podem se esconder do calor

É geralmente aceito pelos peritos que os zumbis vão continuar a apodrecer, mesmo eles perambulando pelas ruas. O que os filmes não conseguem transmitir, no entanto, é o horrível mas estranhamente hilariante efeito do sol quente em um cadáver em decomposição.

A primeira preocupação é a putrefação. Graças à grande quantidade de bactérias que usamos em nosso colo para digerir a matéria vegetal, chamada flora intestinal, nossos corpos estão maduros para a deterioração de dentro para fora. Uma vez que o calor acelera o crescimento de bactérias (que serão muito felizes em se deleitar em você, uma vez que seu sistema imunológico já não é uma preocupação) o zumbi tem uma data de validade.

Cadáveres incham por causa dos gases criados pelas bactérias, o que significa que nas áreas mais quentes, mesmo zumbis fisiculturistas vão começar a engordar em poucos dias. Depois de algumas semanas disso, o exército zumbi inchado vai começar simultaneamente a fazer algo que é mais impressionante e perturbador do que qualquer outra coisa que um zumbi possa fazer: eles vão começar a explodir (CUIDADO! Fotos!). O calor e a umidade das regiões subtropicais e tropicais do mundo (ou no verão das regiões temperadas) irão acelerar estas condições, ou seja, um surto de zumbis em julho, em praticamente qualquer lugar, duraria poucas semanas, apenas por força dos monstros furiosos estourando como balões de carne podre.

No outro extremo temos o calor seco. Se você está em Phoenix ou no Sahara, os zumbis podem começar a mumificar sob o sol escaldante e o calor. Embora os sintomas de desidratação normal não sejam uma preocupação para um zumbi, há o problema do ressecamento. Sem meios razoáveis de reposição da água em suas células, zumbis andando no calor do Texas durante todo o dia vão sofrer danos celulares, devido à exposição direta do sol a sua pele e graças ao vento, eles terão um efeito de ressecamento, os mortos do sudoeste vão começar a ficar mais e mais ineficientes, até que, em algum momento, eles simplesmente vão ficar no chão esperando os catadores virem buscá-los.

Então seria melhor esperar que a manifestação acontecesse durante o inverno, certo? Bem …

# 5. Eles não podem se tratar do resfriado

Zumbis são carne morta. Não há argumentos, é sua característica definidora. Mas todo mundo se concentra nessa parte “morta” como se fosse um negócio tão grande. Esquecem frequentemente sobre a parte da “carne”. Você sabe o que mais é carne morta? Bife, hambúrguer, possivelmente até a graxa vermelha dentro dos alimentos da Taco Bell.

Quando a carne esta viva, ela tem todos os tipos de sistemas de defesa para mantê-lo dessa maneira. Quando ela estiver morta, você tem que jogá-la fora em cerca de uma semana, mesmo se você selá-la em plástico e mantê-lo a uma temperatura cuidadosamente controlada. Agora, sua primeira impressão pode ser de que o frio é amigo da carne morta, afinal, o mais certo para vencer esse prazo de uma semana é o de congelar o bife, mantendo-o fresco por meses. Mas não se esqueça: o frio irregular ferra horrívelmente as coisas que viviam outrora. Se você mora suficientemente ao norte ou ao sul, o apocalipse zumbi provavelmente irá se resolver na primeira vez que eles tentarem sair. O primeiro mata-zumbis é o simples fato de que o corpo humano é basicamente água, e a água se congela. Quando a temperatura cai para congelamento (ou perto dele, com um forte vento frio), os zumbis vão se tornar significativamente mais rígidos.

Após exposição suficiente, um cadáver congelado não ira mais perseguir qualquer vítima. É seguro também supor que zumbis vagando em um paraíso de inverno não estarão envolvidos herméticamente em plástico, como fazemos com os alimentos, assim queimaduras de congelamento se tornam um problema. Sério mesmo. A mesma coisa que arruína o seu sorvete também arruína mortos vivos. O congelamento da carne durante a noite, combinado com o degelo parcial durante os dias mais quentes, então re-congelamento novamente, cria as condições perfeitas para o início da queimadura de congelamento (geada), o que resulta na desidratação das células já que a água evapora, mesmo quando congelada. Congelamento não queima apenas a carne, ele a destroi.

# 4. Morder é uma péssima maneira de propagar uma doença

Hey, lembra aquela vez que apareceu um cão com raiva, e então um dia mais tarde, todos os outros cães do continente estavam com raiva, exceto por um pequeno grupo de sobreviventes amontoados em um porão? Não? Isso nunca aconteceu?

Quase todos os filmes de zumbis concordam em uma coisa: eles reproduzem-se como uma doença, que se espalha através de uma mordida de animais infectados (por um vírus transmitido pela saliva zumbi ou contato com qualquer outro fluido corporal). Mas isso também significa que sua propagação devem ser sujeitas às mesmas regras de uma epidemia normal, e morder é uma forma de merda para obter uma epidemia em grande escala.

As doenças bem sucedidas conseguem de alguma forma inteligente e invisível a propagação de vítima a vítima. A gripe já matou dezenas de milhões, porque ele se espalha através do ar, a peste negra foi espalhada por pulgas, etc. Nenhum deles requer o contato direto de um infectado com um não infectado para espalhar a infecção. Claro, as doenças sexualmente transmissíveis como AIDS trabalham dessa maneira, mas ninguém vai tentar ter relações sexuais com um zumbi.

Mas digamos que há um surto, como se um zumbi fosse capaz de morder 30 pessoas no meio de uma multidão em um concerto de Rock, antes que descobrissem que isso não era parte do show. Não é como se a humanidade ficasse absolutamente confusa sobre o que fazer quando uma infecção se manifesta. Nos Estados Unidos você tem o Center for Disease Control (CDC), que não tendem a brincar. Sério, isto está escrito nos cartões de visita deles.

Lembra do surto de SARS? Que se originou na China. O CDC e a Organização Mundial de Saúde restringiram as viagens internacionais até que se apurou que já havia se espalhado na América do Norte. Vôos foram cancelados, fronteiras foram fechadas, e apenas 43 pessoas em todo o continente morreram.

Sem o surgimento do zumbimismo, não há como sequer resolver o mistério sobre como ela é transmitida. Porém se um cara quiser de morde, ATIRE NA CABEÇA.

# 3. Eles não podem curar seus ferimentos

Uma das vantagem de ter um sistema nervoso central em pleno funcionamento é que ele faz um trabalho muito bom lhe avisando que você foi danificado. Ele faz isso por meio da dor. Pense em todos os cortes de papel, dedos do pé batidos e todos os arranhões que você tenha sofrido em sua vida. Agora imagine que nunca cicatrizaram, apenas ficou lá apodrecido enquanto você continuava a acumular cortes de papel, dedos do pé batidos e vários arranhões. Com muitos ferimentos o próximo passo é a amputação. Uma coisa que sabemos sobre zumbis de Romero e Fulci é que eles são muito desajeitados, andando em cima de sucatas, portas e lâminas do helicóptero, sem pensar duas vezes sobre que tipo de danos que estão sofrendo.

Enquanto completa insensibilidade à dor parece ser uma superpoder maravilhoso em teoria, na vida real, você acaba sendo mais como o Sr. Burns do que como o Wolverine. Insensibilidade congênita a dor é uma condição neurológica que algumas pessoas nascem com ela, ou seja, eles não sentem dor. Eles podem sentir tudo, mas a ausência de dor significa que elas acumulam prejuízos em seus corpos, mas não tem consciência disso. Mesmo podendo pedir ajuda, muitos ferimentos são graves o suficiente para causar mutilações.

Caindo de pontes e tropeçando em noites escuras, pisando em coisas cortantes, etc.. acabará por deixá-los cegos, desdentados e com todos os ossos do corpo quebrados.

# 2. A paisagem é cheia de obstáculos a prova de zumbis

A falta de coordenação dos zumbis, juntamente com a incapacidade de enxergar no escuro (não tivemos qualquer zumbi infravermelho ainda, mas merda! Isso dá ideia para um filme) vai significar muito castigo aos zumbis em qualquer área fora de um estacionamento. Este é um grupo que não sabe como encontrar estradas ou pontes. Vão apenas divagar sem rumo. Montanhas, grandes rios e cânions, serão rapidamente o último lar para pilhas de zumbis quebrados e fedorentos até onde os olhos alcançam. Mesmo zumbis com a clarividência de que não devem andar mais em penhascos ou nas corredeiras furiosas durante o dia, o anoitecer ainda resultaria em zumbis entrando em rios, caindo de penhascos e pontes, o que diminuiria muito o número de desmortos.

Mas mesmo em locais sem esses perigos, apartamentos, cidades pavimentadas, onde ao que parece as pessoas seriam extra-ferradas, a paisagem ainda trabalha em favor da vida. A história tem mostrado que na maioria das situações terríveis, as pessoas nem sempre agem como idiotas em pânico com em um filme de horror. Nas cidades, as pessoas provavelmente se reúniriam nos níveis superiores de arranha-céus, onde a invasão pode ser neutralizada com a colocação de simples barricadas. Além disso, as ruas iriam manter os mortos-vivos encurralados em linha reta, alvo fácil para franco-atiradores, ou até mesmo por funcionários de escritório, jogando material de escritório e moveis nos mortos vivos do topo dos andares.

# 1. Armas e as pessoas que os utilizam

Como dissemos no inicio, se o Homo sapiens é bom em uma coisa, isso é matando outras coisas. Nós somos tão bons nisso que nós fizemos diversas outras espécies deixarem de existir, sem sequer tentar. Adicione à mistura o grande número de caipiras armados e caçadores lá fora, e os zumbis nem sequer tem uma chance. Havia mais de 14 milhões de pessoas com licença de caça nos Estados Unidos em 2004. No mínimo, isso é como uma força armada do tamanho da grande área de Los Angeles.

Lembre-se, a razão para existir a licença de caça é limitar o número de animais que você tem permissão para matar, porque se você não fizer restrições, tudo na floresta seria morto. É seguro afirmar que quando o jogo muda de “três veados” para “todas as pessoas mortas apodrecendo a tentar comer-nos”, não haverá escassez de voluntários.

Além disso, se olharmos para os zumbis como uma espécie, eles são muito bem projetados para o fracasso. Sua principal forma de reprodução também é sua única fonte de alimento, e e sua presa são seus predadores (nós). Se eles querem comer ou reproduzir, eles têm que ir atrás de nós, e nosso intuito também é abate-los. É como ter que enfrentar um leão a cada vez que você quizer fazer sexo ou fazer um sanduíche. Na verdade, é pior do que isso: a maioria dos predadores do topo da cadeia alimentar são apenas armados com dentes e garras, os seres humanos têm rifles.

Os zumbis não têm nenhuma escolha senão andar entre as balas. E isso sem contar todas as armas domésticas, nem o fato de que os zumbis também têm de lidar cocktails Molotov, tacos de basebol, barras de ferro e os carros que o público em geral, sem dúvida, estara usando para abater os mortos vivos. E isso é apenas da população civil, contando os militares e policiais, temos mais de três milhões de pessoas armados e, em vez de apenas revólveres espingardas e rifles de caça, eles têm metralhadoras, espingardas de combate, fuzis sniper, fuzis, sub- metralhadoras, lançadores de granada e ocasionalmente tasers, para não mencionar o treinamento para usá-los de forma eficaz. Mas porque é que eles sequer iriam se preocupar? Quando eles simplesmente poderiam esmagar inumeros zumbis com tanques, explodi-los com bombas de fragmentação entre inumeras outras armas de destruição em massa. Realmente, mesmo se existisse zumbis agora, todo o conceito de um apocalipse zumbi é apenas risível. Agora os robôs, por outro lado …

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

"I'll see you in my dreams": o 1° filme de zumbis portugueses

O curta-metragem "I'll see you in my dreams", abalou o cinema português em 2003, ao trazer para o grande público os primeiros zumbis lusitanos. Com um luxuoso elenco composto por Sofia Aparício, Adelino Tavares, São José Correia e Rui Unas entre outras feras o curta recebeu vários prêmios nas categorias "Melhor Curta de Terror Portugues" e o de "Filme de Terror Português Mais Popular" e ainda teve uma edição especial numerada de 1000 exemplares (promovida pelo MOTELx). Para se ter uma idéia da grandiosidade do projeto basta ver o release do DVD:

EXTRAS DO DVD:

Menus animados;
Documentário O Homem que Gostava de Zombies;
Making of "A Curta + Longa";
Videoclip dos Moonspell;
Making of do Videoclip;
Cenas cortadas;
Comentário audio;
Comparação de storyboard;
Trailer de Cinema;
Galeria de Imagens,
Festivais.

E além da edição especial deste "debut-zumbi-lusitano" o MOTELx ainda incluiu a oferta de um fotograma original do filme e tudo isso por apenas 10 euros. Quem teve a sorte de assistir ao festival em 2009 com certeza não perdeu a oportunidade de conseguir tal artefato.

Para matar a saudade dos zumbis portugueses estou aqui postando os links do Youtube para quem quiser assistir o curta na íntegra: PARTE 1 e PARTE 2 e abaixo alguns comentários do diretor do curta e dos organizadores do MOTELx. O MOTELx é organizado pelo CTLX - Cineclube de Terror de Lisboa em parceria com a EGEAC, E.E.M. e em co-produção com o Cinema São Jorge.

CLIPE DA BANDA MOONSPELL PARA O CURTA

Comentário de Filipe Melo, produtor, ator e argumentista do curta:

"Passaram cinco anos desde a primeira edição em DVD do "I´ll see you in my dreams". Escrevo estas linhas em Tondela, na mesma mesa onde há sete anos escrevi a curta-metragem, e não posso deixar de confessar que sinto uma enorme nostalgia. Nesta sala, ainda consigo imaginar a equipa de efeitos especiais a maquilhar os meus amigos e a equipa de produção a correr de um lado para o outro. Entretanto, o bosque onde filmámos a sequência inicial ardeu e a casa de Lúcio foi demolida. A equipa não se voltou a juntar: alguns seguiram com as suas vidas no cinema, outros seguiram com as suas profissões habituais nas outras áreas. Tenho a certeza, no entanto, que esta curta metragem marcou todos os que por ela passaram - o espírito de união, de crença no resultado final e a total entrega a uma causa que a todos parecia irracional. Está tudo aqui, resumido numa caixinha, gentilmente reeditada pelo MOTELx. Sei que, por causa deste filme, passarei uma vida inteira dedicada ao cinema e às artes do fantástico, porque percebi o quão necessário isso se tornou para mim. É gratificante saber que, ao longo dos tempos, cresce uma comunidade portuguesa dedicada ao terror e ao imaginário. Em breve seremos muitos, e cada vez melhores."

Comentário dos organizadores do MOTELx
(Carlos Pontes, Catarina Ramalho, João Monteiro, João Viana e Pedro Souto)

"O MOTELx surge de uma grande vontade de partilhar uma afeição pelo cinema de terror e também da ambição de contribuir, de alguma forma, para a implementação do cinema de terror português. I´ll see you in my dreams, é já uma das mais importantes curtas-metragens nacionais de sempre pela forma como se destacou e abalou um pouco o panorama do cinema português, e também enquanto fonte de inspiração para jovens cineastas no género: trata-se de uma obra nascida do mais puro amor pelos filmes de zombies e, como manda a história, produzido graças à determinação de alguém consciente de pouco lucrar com esta demanda. Quando o Filipe Melo se dirigiu a nós para reeditar a curta em DVD, parecia que um círculo se estava a fechar. No ano em que iniciamos o Prémio MOTELx - Melhor Curta de Terror Portuguesa, participar na reedição em DVD do primeiro filme de terror português pareceu-nos não só óbvio, mas obrigatório. E para tornar esta edição mesmo especial passámos uma memorável noite a cortar uma das bobines do filme, para que cada caixa tenha um fotograma original e exclusivo de zombies portugueses."

I'LL SEE IN MY DREAMS
Sinopse:
Numa aldeia inexplicavelmente assolada por uma praga de zumbis Lúcio (Adelino Tavares), um honesto trabalhador, é a única pessoa capaz de lhes fazer frente. Porém, tem problemas conjugais. Na sua residência esconde Ana (Sofia Aparício), sua adorada mulher, agora transformada numa criatura devoradora de carne humana e comportamento extremamente violento. Esta situação é temporariamente esquecida no bar local, onde os estranhos habitantes do povoado se refugiam. É aqui que, numa noite, Lúcio redescobre o amor junto da prostituta Nancy (São José Correia), mas a relação é ameaçada pelas estranhas criaturas e pelos ciúmes mortais da sua esposa. Poderá Lúcio acabar como todos os seus problemas munido apenas com uma pistola e um punhal?

Ficha Técnica
Direção: Miguel Ángel Vivas
Roteiro: Miguel Ángel Vivas, Filipe Melo e Ivan Vivas
Produtor: Paula Diogo e Filipe Melo
Ano: 2003
Gênero: Curta-Metragem, Terror
Duração: 20'

Elenco:
Adelino Tavares (Lúcio)
São José Correia (Nancy)
Sofia Aparício (Ana)
Manuel João Vieira (Sam)
João Didelet (Dário)
Rui Unas (Miguel)
David Almeida (Zumbi anão)
Cláudia Jardim (Zumbi gordo)
Carlos Alves
Fernando Gomes
Filipe Melo
Paula Sá Nogueira
Raul Oliveira
Paula Diogo
Patrícia Maravilha

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Pré-Venda: MORTOS #1

por Matheus Moura

O editor Adriano Gon, responsável pela editora Núcleo de Histórias em Quadrinhos (NHQ) acaba de disponibilizar para pré-venda a revista Mortos # 1 (24 páginas, R$ 4,00), com roteiro de Edvanio Pontes, traços de Leonardo Rocha e capa colorida por Roe Mesquita. A publicação marca o retorno da editora aos trabalhos impressos, os quais haviam deixado de ser produzidos em 2008 após a publicação de Crânio # 1. A programação é para que Mortos # 1 seja entregue a partir do lançamento oficial, dia 31 de outubro. Para aqueles que adquirem a revista em pré-venda o frete é grátis.

Mais informações aqui.

A loja virtual da NHQ pode ser visitada aqui.

FONTE: Blog HQB

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Porto dos Mortos estréia no Cinefantasy neste dia 09

O longa-metragem nacional de ficção "Porto dos Mortos", produzido pela Lockheart Filmes Ltda., foi selecionado para o Arizona Underground Film Festival, nos Estados Unidos. Sua premiere internacional acontece no dia 25 de setembro. A primeira exibição nacional do filme acontecerá no dia 9 de setembro, no festival Cinefantasy, em São Paulo. Escrito e dirigido por Davi de Oliveira Pinheiro (que divide a produção com Isidoro B. Guggiana), "Beyond the Grave" (título internacional) acompanha a caçada de um policial (Rafael Tombini) a um assassino serial misterioso. O primeiro longa de horror gaúcho combina terror e policial em um road movie sobrenatural.

Em produção desde 2007, o longa foi rodada em 23 dias na cidade de Porto Alegre (RS) e arredores, com uma equipe que reuniu mais de 80 profissionais. “Porto dos Mortos até o momento é a grande aventura de minha vida, traduzida através de uma história de ficção científica e horror de apelo popular", explica Davi. “Foi uma experiência desafiadora e satisfatória criar, junto com diversos artistas e técnicos, este mundo único, particular e agora ter a oportunidade de compartilhá-lo com o grande público.", conclui.

Repercussão Internacional

Desde seus primeiros estágios de pré-produção, Porto dos Mortos tem ocupado espaço em sites, blogs e listas de discussão ao redor do mundo, como o Ain't It Cool News, Fangoria (a bíblia do horror mundial), Twitch, l'Ecran Fantastique, ScifiWorld, entre outros.

“(...) Os efeitos dos monstros são ótimos e o visual do mundo – extraído diretamente das páginas coloridas dos quadrinhos dos anos 1950 – é um arraso”, escreveu Todd Brown para o Ain't It Cool News, a respeito do trailer.
Sinopse

Num mundo devastado onde as regras da realidade são ditadas por magia e loucura, um policial vingativo persegue um assassino serial possuído por um demônio numa batalha contra o mal absoluto.

***** Ficha Técnica *****
LOCKHEART FILMES LTDA. apresenta RAFAEL TOMBINI em PORTO DOS MORTOS, estrelando ALVARO ROSACOSTA, RICARDO SEFFNER, LEANDRO LEFA, LUCIANA VERCH, AMANDA GRIMALDI, Canções FELIPE LONGHI, Trilha Sonora Original de AUGUSTO BORNHAUSEN, BRUNO FRITZEN, GABRIEL FRITZEN, FELIPE LERMEN e FELIPE LONGHI Direção de Som LEO BRACHT, Direção de Arte CARMEM FERNANDES, Efeitos Especiais KAPEL FURMAN, Maquiagem FX ANDRE GUERRERO, KAPEL FURMAN e RICARDO GHIORZI, Direção de Fotografia MELISSANDRO BITTENCOURT, Montagem MARCELO ALLGAYER, Produção Executiva DAVI DE OLIVEIRA PINHEIRO, GLAUCO URBIM, ISIDORO B. GUGGIANA e Produzido por ISIDORO B. GUGGIANA, Escrito, Produzido e Dirigido por DAVI DE OLIVEIRA PINHEIRO.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

ZUMBIS E BAD GIRLS NA LUDERIA

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgdhOOwoRpzd2TrEmrHsDvrRC_vph0-csvGFHqn6k13MUy2U4DCjyAzIYQXc5vWVLkE8WSO_dtiQScIeJUEP7CtsaL3fPWsfQnumSA13821VXtr_lZXc-4sDNJurbUaQlLPtc29FbjmSGRz/s400/Antologia+Zumbis.jpg

No dia 6 de junho de 2010 ocorreu o tão esperado lançamento da antologia organizada por Ademir Pascale "Zumbis: Quem disse que eles estão mortos?" na Ludus Luderia, que fica na rua Treze de Maio, 917, Bela Vista, São Paulo/SP. A turma do Tumbaberta FX foi convocada a representar uma bad girl que tinha um zumbi domesticado no estilo "Fido". Vejam as fotos que trabalhei em artwork sépia (uma homenagem à época em que foi lançado o clássico "A Noite dos Mortos Vivos" de George Romero) e como saiu o resultado da prótese de "zumbi ressecado" que produzi algumas semanas antes do evento utilizando algodão, cola branca, tintas especiais e muita imaginação.

A todos aqueles que compareceram e compraram o livro não deixem de ler o super divertido conto "Ivandro", de autoria de M. D. Amado (páginas 54/56) que é sobre este que vos bloga. Deixe um comentário sobre o conto nas mensagens do meu site, afinal aparecer como personagem em uma antologia de zumbis é uma vez na vida e outra na morte...

Todas as fotos utilizadas na artwork foram cortesias de Ademir Pascale e Adriano Siqueira.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

DEAD SET: Big Brother e miolos


O canal por assinatura Multishow estreiou no dia 15 de outubro de 2009, às 21h30, a minissérie britânica "Dead Set", produzida pelo Channel 4 e pela Endemol, respectivamente o mesmo canal que exibe o programa na Inglaterra e a empresa detentora do formato do reality show.

Dividida em cinco capítulos, que foram exibidos semanalmente toda quinta-feira, às 21h30, a trama conta a história de uma epidemia que transforma quase toda a população da Inglaterra em zumbis. Enquanto isso, os participantes confinados na casa do "Big Brother", sem contato com a doença, não fazem a menor ideia do que está acontecendo lá fora. No entanto, quando descobrirem, terão de superar suas desavenças para sobreviverem. A série traz algumas participações especiais, como Davina McCall, a verdadeira apresentadora do reality britânico, além de alguns ex-participantes do programa.

"Dead Set" foi criado pelo escritor inglês Charlie Brooker e exibido pela primeira vez na televisão britânica em outubro do ano passado. Devido a restrições de orçamento, o criador usou a sua página do Facebook para encontrar voluntários dispostos a atuarem como zumbis.

SINOPSE:
No dia de paredão na casa do "Big Brother" britânico, um estranho vírus se espalha pelo país, transformando as pessoas em zumbis. A equipe que trabalha na produção do reality show está muito preocupada com a transmissão ao vivo e não presta atenção no surto que se alastra pela Inglaterra. Só Kelly, a estagiária da produção, fica assustada com as notícias que ouve, mas não entende direito o que está acontecendo. A mãe da participante eliminada do dia no "Big Brother" é infectada no caminho para o estúdio e acaba levando a doença para dentro do canal de TV. A epidemia de zumbis se espalha rapidamente pela emissora e, do lado de fora da casa do "Big Brother", só sobrevivem a participante eliminada, o diretor do programa e Kelly. Tentando fugir dos ataques dos zumbis, a estagiária vai parar dentro da casa do reality. Lá, os participantes não acreditam na história que ela conta, acham que é mais um truque da produção do programa para assustá-los e desequilibrar os ânimos.

Conheça o curta, "O Livro de Jó"


“Quando o inferno estiver cheio os mortos dominarão a Terra”. Bem, de certa forma isso já deve ter acontecido se observarmos a quantidade de filmes sobre zumbis que apareceram no mundo nestes últimos anos, mas e o Brasil? Se Deus é brasileiro e o inferno é o quintal dos fundos do Criador essa é a única explicação para a invasão zumbi que acometeu as terras tupiniquins. Tivemos pérolas do gênero como MANGUE NEGRO do capixaba Rodrigo Aragão, CAPITAL DOS MORTOS do brasiliense Tiago Belotti, ERA DOS MORTOS do mineiro Rodrigo Brandão e outras obras “não muito sérias” como o clássico e divertido MARISCOS E MIOLOS, produzido por alunos da UFSC de Florianópolis. Mas uma coisa que me chamou a atenção neste mês foi a apresentação do trailer experimental do curta-metragem O LIVRO DE JÓ, do paulistano Renato Rodrigues, com fotografia de Thierry Durieux e produção de Luiza Cunha, Nanci Cunha e Jean Carlos Oliveira. O primeiro contato que tive com o projeto foi por intermédio do diretor e gore maker Fritz Martiliano e desde então me apaixonei pela idéia como bom seguidor de filmes de zumbis que sou. Aqui postarei um pouco sobre a produção e elenco do filme que retirei do blog do criado do projeto (http://cavaleirodasteclas.blogspot.com/) e futuramente estarei editando mais algum material sobre este filme que promete prender o espectador por medo e por pura emoção...

VIDA AOS MORTOS:
OS ATORES DE O LIVRO DE JÓ

MIA SCOZZAFAVE
Ficou conhecendo o diretor através de um casting virtual para o projeto do média PONTO DE VISTA DA CORDA, não ficou com o papel mas ganhou muito mais: um papel escrito para ela na continuação PONTO DE VISTA DA BALA e a personagem Jó, perfeita para uma atriz apaixonada por esportes radicais e desafios físicos e dramáticos. Transformou-se no caso típico de atriz que nasceu para fazer uma personagem.

Andar por ai como uma Sarah O’Connor, portando armas e lutando contra forças demoníacas que transformam homens em zumbis não é para qualquer um. Aliás, quantas atrizes não levariam tudo na brincadeira???? Mas não a Mia e seu profissionalismo. Você realmente acredita em tudo, sabe que ela está fazendo o real, que não é mais Mia ali e sim a durona Jó.

A parceria com o diretor promete, além de novos trabalhos como Jó, eles têm mais dois filmes encaminhados.

NAZARÉ RELVAS
A premiada atriz aceitou o papel com maestria e fez o melhor. Dizem nos bastidores da produção que todos choraram com sua interpretação de mãe. E esta cena irá entrar para a história porque ela entra na alma das pessoas. Ela nos comove, nos tira a paz do peito. Vemos a loucura em sua pior forma: a falta de esperança. Isso é cinema. Isso é a equipe. Isso é criar um filme de zumbis e fazer isso pensando em algo maior que apenas gente morrendo.

HAROLDO JOSEH
Este é o fenomeno de cena! Entrou para tomar um tiro apenas.
Ágil como um animal raivoso, cumpriu sua parte e morreu com
maestria. E quem conhece de interpretação sabe que morrer em cena é um dos mais dificeis trabalhos feitos por um ator. E, como explicar, ele deu vida ao filme ao morrer.
Sua paciência em esperar foi incrível também, sua cena foi a última a ser gravada no filme e ele suportou a espera com a maquiagem no rosto como um aristocrata. Como não dar valor
a isso? Como não respeitar um profissional destes?

GUILLERMO HUNDADZE
Menino prodígio que fala como um adulto e interpreta como nunca vi! Com sua pouca idade ele comoveu todo mundo. Renato Rodrigues afirma que não gosta de trabalhar com crianças, mas no fim, foi quem o fez ver que sabia o que estava fazendo ao realizar este filme. Isto porque foi feito o primeiro plano com ele. Foi quem começou tudo. E seu grito de fúria ao avançar para matar a irmã Jó assusta qualquer um. Selvagem em cena e suave pessoalmente. Incrível mesmo!

Anotem o (difícil) nome dele e se preparem. Vocês ainda irão se lembrar destas palavras e irão concordar que estamos à frente de um titã das telas.

LUCIANO REIS
Luciano Reis é o cara que topou ser o cadáver do chão da sala, ter vermes andando em cima dele e passar por duas horas de maquiagem. Muitos pensam que esta é a melhor forma de atuar, mas esquecem que tal como “morrer” ficar “morto” numa filmagem pode ser tornar bastante trabalhoso e estressante.

ROBERTA BENEDETTI
Para Roberta Benedetti atuar é um sonho. Nas palavras do diretor: "Nem posso dizer qual é minha alegria em poder ter sido o primeiro a dirigir Roberta e que legal que isso tenha acontecido neste filme". Roberta apareceu bem na última hora. A atriz que interpretaria a irmã não apareceu e tudo parecia que iria desabar. Mas ela topou fazer o filme. Topou estar ali.

Topou atuar semi-nua, coberta de lama e sangue, ser jogada pela Jó no chão e tomar aqueles golpes. E fez isso com um sorriso no rosto. Bem, sorriso pós-cena, porque em cena ela é furor, violencia e sede de sangue.

De acordo com Renato Rodrigues ela não tinha obrigação em aceitar o “figurino” (atuar semi-nua, coberta de lama e sangue) do filme e que ela deveria fazer a cena da forma que achasse mais confortável. E o confortável para ela foi confiar na equipe, no filme, nas idéias e assumir seu papel com coragem e honra.

Academia Internacional de Cinema & ELEMENTAR FILMES apresentam: MIA SCOZZAFAVE em um filme de RENATO RODRIGUES
* Co-estrelando NAZARÉ RELVAS
* HAROLDO JOSEH
* GUILLERMO HUNDADZE
* ROBERTA BENEDETTI
* Participação Especial LUCIANO REIS
* Produção Executiva ELEMENTAR FILMES
* Diretor de Fotografia & Arte THIERRY
DURIEUX
* Diretora de Produção LUIZA CUNHA & NANCI CUNHA
* Assistente de Direção JEAN
CARLOS OLIVEIRA
* Roteiro de RENATO RODRIGUES
* Realização do Grupo formado por RENATO
RODRIGUES THIERRY DURIEUX LUIZA
CUNHA NANCI CUNHA

ZOMBIELAND - Nunca uma infestação zumbi foi tão divertida


Zombieland conta as aventuras de dois sobreviventes que encontram amizade e redenção em um mundo infestado pelas criaturas mortas-vivas. O filme ainda conta com a presença de Jesse Elsenberg, Abigail Breslin (Pequena Miss Sunshine, Sinais), Emma Stone e participação especial do comediante Bill Murray. Zombieland chega aos cinemas dia 9 de outubro nos EUA e no início de Dezembro em terras brasileiras...

Paul Wernick e Woody Harrelson querem uma sequência de Zombieland:

Zombieland ou, se achar melhor, Zumbilândia estreou lá fora, foi um sucesso de críticas, ganhou MUITA grana com a bilheteria, maaaaas… E aí, como faz já que o filme só estréia por aqui dia 04 de Dezembro? Sério, não dá pra gente falar nem do filme e muito menos dessa história de sequência. Contanto, há alguns boatos de que a Sony estaria interessada numa sequência e quem dá força para eles é ninguém menos que o co-roteirista Paul Wernick, numa entrevista a MTV gringa. Veja um pouco do que ele falou sobre a possível sequência e qual foi a reação de Woody Harrelson:

"Woody [Harrelson] veio até a gente quando as filmagens terminaram, nos deu um abraço e disse que aquela era a primeira vex que ele tinha vontade de voltar para uma sequência".

Não que isso confirme os boatos, mas convenhamos que já é interessante, não? Aliás, histórias é que não vão faltar já que Paul Wernick e Rhett Reese (que atualmente está escrevendo Venom para a Sony) originalmente desenvolveram Zombieland como uma série de TV e o filme seria equivalente ao piloto. Já deu pra perceber que eles devem ter MUITA coisa guardada, não?

Zombieland, teria Patrick Swayze no elenco:

Foi divulgado pelo Shock Till You Drop, que Patrick Swayze iria fazer um ponta no longa de terror cômico Zombieland, que aqui no Brasil é intitulado de “Zumbilândia“.
Segundo nossa fonte o roteirista Rhett Reese, disse que Patrick iria fazer uma ponta como um dos mortos-vivos do longa. Patrick Swayze aceitou atuar no filme antes de saber que estava com câncer no pâncreas. Após ter conhecimento sobre o seu estado de saúde, o ator se desligou da produção. Infelizmente, além de não ter feito parte do longa, Patrick faleceu vítima do câncer. Ele ficou conhecido o mundo todo com dois filmes que arrancou suspiros da mulherada, Ghost e o musical Dirty Dancing.


ZOMBIELAND

Directed by
Ruben Fleischer

Writing credits
(WGA)
Rhett Reese (written by) &
Paul Wernick (written by)

Cast (in credits order)
Jesse Eisenberg ... Columbus

Woody Harrelson ... Tallahassee

Emma Stone ... Wichita
Abigail Breslin ... Little Rock

Amber Heard ... 406

Bill Murray ... Himself
Derek Graf ... Clown Zombie
rest of cast listed alphabetically:
Jacob G. Akins ... Banjo Zombie (uncredited)
Hunter Aldridge ... Best Man (uncredited)

Elle Alexander ... Zombie Meter Maid (uncredited)
Michael August ... Police Officer Zombie (uncredited)
Melanie Booth ... Hippie Girl (uncredited)

Daniel Burnley ... Frightened Pedestrian (uncredited)

Chris Burns ... Bicycle Zombie (uncredited)

Dalton Cole ... Bubbie & Pee Paw's grandson (uncredited)

Blaise Corrigan ... Groom (uncredited)

Ernest Dancy ... Businessman Zombie (uncredited)

Anthony J. Davis ... Store Patron (uncredited)

Travis Grant ... Riot Zombie (uncredited)

Robert Hatch ... Yuppie Zombie (uncredited)
Barry Hopkins ... Panicked Pedestrian (uncredited)
Amir Khan ... Point-blank Zombie (uncredited)

Amir Zeev Kovacs ... Neighbor (uncredited)
Ming Liu ... Achilles Business Woman (uncredited)

Shaun Lynch ... Cardio Zombie (uncredited)

Lynn McArthur ... Girl on cell phone (uncredited)

Jade Moser ... Yellow Truck Girl (uncredited)
Paul A. Moser ... Jeep Guy (uncredited)
Darian O'Rear ... Birthday Princess (uncredited)

Justin Price ... Sprint Zombie (uncredited)
Steve Prouty ... Punched in Face Zombie (uncredited)
Tammy Luthi Retzlaff ... Woman Attacked by Zombie's (uncredited)

April Rich ... Hot Mom (uncredited)
Cody Rowlett ... Panicked Pedestrian (uncredited)
Joan Schuermeyer ... Cynthia Knickerbocker (uncredited)

Michelle Sebek ... Businesswoman Zombie (uncredited)

Jessalin Smith ... College Student Zombie (uncredited)

Steven Stadler ... Cowboy (uncredited)
Brian Stretch ... DC Zombie (uncredited)
Sonya Thompson ... Lunchroom Lady Zombie (uncredited)

Victory Van Tuyl ... Bubby & Pee Paw's Granddaughter (uncredited)
Clay Walker ... Mechanic (uncredited)

Steve Warren ... Metro Station Zombie (uncredited)

Mike White ... Victim in Bathroom (uncredited)
Travis Young ... Grocery Store Zombie (uncredited)
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Produced by
Ryan Kavanaugh .... executive producer
Gavin Polone .... producer
Rhett Reese .... executive producer
Ezra Swerdlow .... executive producer
Paul Wernick .... executive producer

Original Music by
David Sardy

Cinematography by
Michael Bonvillain

Film Editing by
Alan Baumgarten

Casting by
John Papsidera

Production Design by
Maher Ahmad

Set Decoration by
Gene Serdena

Costume Design by
Magali Guidasci

Makeup Department
Andrea C. Brotherton .... hair stylist
Leo Corey Castellano .... special makeup effects artist
Tony Gardner .... special makeup designer
Lee Grimes .... special makeup effects artist
T.A. Henderson .... hair stylist
Bill Johnson .... fake bodies
Jamie Kelman .... special makeup effects artist
Rachel Kick .... makeup artist
Carol Koch .... designer/sculptor: Alterian
Jonah Levy .... special makeup effects artist
Sarah Mays .... makeup department head
Bill McCoy .... special makeup effects artist
Steve Prouty .... key special makeup effects artist
Susan Ransom .... key makeup artist
Carol Raskin .... key hair stylist
Toby Sells .... special makeup effects artist
Leigh Ann Yandle .... special makeup effects artist
Melissa A. Yonkey .... hair department head

Production Management
Nadia Paine .... production supervisor: Los Angeles
Regina Robb .... production supervisor
Ezra Swerdlow .... unit production manager

Second Unit Director or Assistant Director
G.A. Aguilar .... second unit director
Kim H. Winther .... first assistant director
Heather Wusterbarth .... second assistant director

Art Department
Jory Alvarado .... set dresser: Los Angeles
Bil 'Horndogger' Barnes .... additional on-set dresser
Bil 'Horndogger' Barnes .... set dresser
Dwight Benjamin-Creel .... property master
Chad R. Davis .... on-set dresser
Daniel B. Foster .... gang boss
Shawn M. Gray .... assistant property master
Chris Hunter .... storyboard artist
Ellen L. Kerr .... buyer
Nicole LeBlanc .... art department coordinator
Stacie McKinnon .... art department assistant
Adam Miller .... props
Tripp Norton .... on-set dresser: second unit
Timothy David O'Brien .... assistant art director
Katrina Rice .... props
Lee Ross .... lead scenic: Los Angeles
Grant Samson .... leadman
Thomas Spencer .... leadman: Los Angeles
Andy G. Strauss .... on-set picture vehicles
Gary Thomas .... storyboard artist
Bob Trevino .... propmaker
Shauna Williams .... set dec production assistant
Roy Wooley .... props
Marissa Zajack .... graphic designer

Sound Department
Kami Asgar .... supervising sound editor
Anita Cannella .... foley artist
Kim Drummond .... adr editor
Mary H. Ellis .... sound mixer
Jeff Gross .... foley mixer
Vincent Guisetti .... foley artist
Scott G.G. Haller .... dialogue editor
Pamela Kahn .... foley artist
Amy Kane .... foley artist
Tateum Kohut .... sound re-recording mixer
Mark Larry .... sound effects editor
Herwig Maurer .... sound effects editor
Sean McCormack .... supervising sound editor
Greg Orloff .... sound re-recording mixer
Eryne Prine .... sound editor
Will Riley .... sound editor
Kyle Rochlin .... foley mixer
Tim Tuchrello .... first assistant sound editor

Special Effects by
André Freitas .... special effects makeup
Jonathan Gording .... contact lens consultant
Anthony Lamont Jacobs .... special effects technician
Eric A. Martin .... special effects technician
Matt Neel .... special effects technician
Lisa Reynolds .... special effects foreman
Toby Sells .... special effects makeup
Bob Shelley .... special effects coordinator
Thom Shepard .... special effects technician
Darrin Tilton .... special effects technician

Visual Effects by
Dave Isaac Santos Abuel .... digital compositor
Rex Alerta .... previs artist
Zahida Bacchus .... DI producer
Bekah Baik .... 3D lighting/compositing artist
Chris Bloomer .... previs artist
Raoul Bolognini .... visual effects producer: zoic studios
Mary Jane Bolton .... visual effects
Joey Bonander .... visual effects coordinator
Steve Bowen .... digital intermediate colorist
Kristen Branan .... head of production: Zoic Studios
Mark Breakspear .... visual effects supervisor: CIS Vancouver
Daniel Cairnie .... digital compositor: CIS Vancouver
Joshua Cortopassi .... visual effects artist
Matthew G. Donnan .... paint and roto
Jason Dowdeswell .... head of digital studio: CIS-Vancouver
Christian Emond .... digital effects artist
Arlend Engar .... visual effects
Adam Estey .... visual effects editor: CIS Vancouver
Safeer Ghaznavi .... compositor
Nathaniel Holroyd .... visual effects coordinator
Travis Wade Ivy .... compositor
Stephen James .... lead compositor: CIS Vancouver
Pency Kinnard .... digital compositor
Stéphan Kosinski .... visual effects supervisor
Paul Linden .... visual effects supervisor
Dan Lopez .... visual effects
Carolyn Martin .... visual effects coordinator
Riley McDougall .... visual effects coordinator
Kurt McKeever .... visual effects artist
Leon Nowlin .... compositor
Danny Padron .... roto artist
Rocco Passionino .... visual effects supervisor: Zoic Studios
Stephan Perreault .... previs artist
Lee Pierce .... visual effects artist
Mike Rhone .... visual effects
Mathew Rotman .... visual effects artist
Cat Rowe .... digital colorist assist
Nik Slotiuk .... visual effects
Doug Spilatro .... visual effects
Stephen Wilson .... digital compositor
Christine Petrov .... head of 2d: CIS Vancouver (uncredited)

Stunts
G.A. Aguilar .... stunt coordinator
Elle Alexander .... stunt actor
Bobby Beckles .... stunts
Brent Bernhard .... stunts
Kacie Borrowman .... stunt double
Jill Brown .... stunt coordinator: second unit
Scott Burik .... stunt rigger
Scott Burik .... utility stunts
Nicole Callender .... utility stunts
Chris Cenatiempo .... stunts
John Cenatiempo .... stunts
John Copeman .... stunt rigger
John Copeman .... utility stunts
Blaise Corrigan .... stunts
William Cote .... stunts
Scott Dale .... stunts
Chris Daniels .... stunt rigger
Chris Daniels .... utility stunts
Alan D'Antoni .... stunts
Peter Epstein .... stunts
Mark Fichera .... stunts
Aja Frary .... stunts
Lex D. Geddings .... stunt rigger
Lex D. Geddings .... utility stunts
Jeffrey Lee Gibson .... co-stunt coordinator
Meegan Godfrey .... stunts
Derek Graf .... stunts
Damita Howard .... stunt performer
Cal Johnson .... stunt driver
Bobby Jordan .... stunts
Keone Kim .... utility stunts: winches
Martin Klebba .... stunt performer
Martin Klebba .... stunts
Drew Leary .... stunts
Rick Le Fevour .... stunt performer
Caroline Leppanen .... stunts
Samantha MacIvor .... stunts
Johnny Martin .... stunts
T. Ryan Mooney .... stunt double
Kimberly Shannon Murphy .... stunt double: Amber Heard
Kimberly Shannon Murphy .... stunts
Victor Paguia .... stunts
Lacy Parish .... stunt double
Dave Pope .... utility stunts
Stephen A. Pope .... stunt rigger
Steve Ritzi .... stunts
Luci Romberg .... stunt double
Michelle Sebek .... stunt performer
Michelle Sebek .... stunt player
Trampas Thompson .... stunt rigger
Trampas Thompson .... utility stunts
Russell Towery .... stunts
Aaron Vexler .... stunts
Nancy Wetzel .... stunts
Joe Williams .... stunts

Camera and Electrical Department
Rob Acox .... grip
Reid Andrews .... electrician
Tom Barrett .... best boy grip
Frank Boone .... dolly grip
Scott Brinson .... rigging best boy electrician
Clyde E. Bryan .... first assistant camera: "b" camera
Alex Calderon .... electrician
Christopher Campbell .... best boy grip: rigging
Stephen Campbell .... camera operator: second unit
Brigidlynn Capelletti .... grip
Stephen Crowley .... gaffer
Mike DeGrazzio .... digital imaging technician: second unit
Marc Dobiecki .... camera operator: second unit
Allen Evans .... grip
Eddie Evans .... key grip
Michael Fedack .... dolly grip
William Frazier .... rigging electrician
Marvin Haven .... grip
Lukasz Jogalla .... director of photography: second unit
Mike Laird .... electrician
Halley Manning .... electrician
Dan Marrero .... Phantom HD digital imaging technician
Nathan McConnell .... digital loader
Jamie Moreno .... additional electrician
Greg Morse .... video playback operator
Neal Norton .... a cam/steadicam operator
Gary Oldknow .... grip
Derek Page .... lighting console programmer
Meiklejohn Pate .... grip
Mike Pearce .... set electrician/rigging electician
Patrick Redmond .... super technocrane operator
Ted Sapp .... key rigging grip
Thom Shepard .... grip
Adam Sumner .... grip
Tom Tcimpidis .... digital imaging technician
Mike Torino .... second assistant camera
Robert Veliky .... additional second assistant camera
Glen Wilson .... still photographer
Steve Zigler .... best boy electric

Casting Department
Janella Bersabal .... extras casting
Jennifer Cram .... casting associate
Norman Durance .... casting assistant
Patrick Ingram .... extras casting
Dylan Jury .... casting assistant
Shaun Lynch .... extras casting assistant
John Fitzgerald Page .... extras casting assistant
Nathan Wright .... extras casting assistant

Costume and Wardrobe Department
Susan Antonelli .... set costumer
Shilla Benning .... costumer
Pablo Borges .... costumer
Conan Castro Jr. .... costume supervisor: Los Angeles
Askia Won-Ling Jacob .... key costumer
Candace Rice .... set costumer
Jayne Rogers .... ager/dyer
Barnaby Smith .... set costumer
Sally Wilkerson .... costumer
Joulles Wright .... assistant costume designer
Joulles Wright .... costume supervisor

Editorial Department
Mo Henry .... negative cutter
Reza Amidi .... digital intermediate editor (uncredited)
Benjamin Sutor .... on-line editor (uncredited)

Transportation Department
Keith N. Collis .... transportation coordinator
Jack Prince .... driver
Windi Robinson .... set dressing truck
Randy Southerland .... special effects driver
Hank Van Apeldoorn .... driver: grip truck
Susan Van Apeldoorn .... driver: cast
Michael Young .... transportation captain: L.A. 2nd unit

Other crew
Lauren Aparicio .... office production assistant
Lauren Aparicio .... production assistant
Norman Bielowicz .... assistant location manager
Justin Bones .... set production assistant
Carmen K. Brown .... production assistant
Allison Daly .... payroll accountant
Michelle A. De Mayo .... assistant accountant: Los Angeles
D.R. Farquharson .... project manager: Deluxe Digital Cinema
Nicholas Giancola .... additional production assistant
Nicholas Giancola .... production assistant
Granville Greene .... location scout: New Mexico
Charles Guanci Jr. .... armorer
David Heffler .... office production assistant: L.A.
Lucy Herrera .... first assistant accountant
Darnina Hodge .... office production assistant
Pat Jackson .... studio teacher
Marie James .... accounting clerk
Kenyea Johnson .... assistant: Mr. Harrelson (as J. Kenyea Johnson)
Amir Khan .... set production assistant
Andrew C. Kirk .... location assistant
Michael Klastorin .... unit publicist
Sedrick Lakpa .... assistant: Mr. Fleischer
Darrin Lipscomb .... location manager
Shaun Lynch .... additional set production assistant
Nicole Oguchi .... production coordinator
Lauren Pfeiffer .... assistant: Mr. Polone
Bob Riley .... production assistant
Crystle Roberson .... production/housing
Jill Rosenblatt .... production accountant
Erin Santini .... production assistant
Tina Sauls .... location production assistant
Trevor Schliefer .... additional set production assistant
Christopher Scott .... additional set production assistant
Hakim Shakoor .... caterer: assistant chef
Keleigh Slaight .... production coordinator: studio
Brad Smith .... assistant location manager
L. Dillon Thomas .... production assistant
Flávia Toledo .... assistant: Mr. Swerdlow
Greg Tresan .... animal wrangler
Courtney Nordessa Ward .... assistant production coordinator
Tucker Wells .... key set production assistant (as Justin Tucker Wells)
Jason R. Williams .... location assistant
RJ Atlas .... additional set production assistant (uncredited)
Stephan Roux .... location scout (uncredited)
R. Bryan Wright .... location scout (uncredited)

Thanks
Matt Furey .... thanks

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